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Há tempos, pensei em elaborar um site completo, contendo fotos e contribuições de muitos ex-colegas do Banco do Brasil e amigos. Enviei e-mails a ex-colegas pedindo auxílio para fazer um site bem vistoso, repleto de histórias, fotografias etc.   O tempo passou e as contribuições não chegaram, exceto o Minerval Oliveira, também aposentado do Banco do Brasil, que me comunicou a sua satisfação em ler minhas histórias e, atendendo meu pedido,  detectou uns poucos erros, mínimos, que, segundo ele,  eram: “gotículas num oceano de palavras”. Gostei!

 

O José Eduardo Barbosa Pontes, ora morando em Belém-Pa,    meu colega de início de carreira em Marabá-Pa, onde passamos por maus momentos na velha agência do BB às margens  do Rio Tocantins, infestada de  borrachudos, também me deu algumas informações que, quando  vier a publicar um livro sobre meu tempo no Pará, utilizá-las-ei.

 

O escritor Humberto de Campos,  que também viveu por um tempo na Amazônia, às margens do  rio Xingu, em um de seus livros, relatou sobre um velho aventureiro que, depois de passar a vida viajando pelo mundo, veio descansar e passar os últimos dias em sua vila natal, onde, na praça, à sombras das mangueiras, punha-se a contar suas lutas, seus empreendimentos, suas vitórias,  suas conquistas, as suas descobertas e a sua visão do mundo.  Assim transferia aos ouvintes os ensinamentos amealhados  das pancadas que esse mundo ardiloso e traiçoeiro lhe aplicara.

 

Hoje,  o redator  destas linhas,  encanecido, sente-se como o velho supracitado,  e vale-se deste site para expor suas histórias,  suas crônicas, suas meditações, seus estudos, suas opiniões.

Na elaboração  deste site, moveram-me três propósitos:  publicar minhas observações, contar histórias das cidades  por onde passei e também, sem visar lucro, divulgar as belezas e características dessas cidades.

De certo modo, é a minha demonstração de apreço por ter sido tratado, em todas elas, com fidalguia.

As coisas boas que nelas vivi superam em muito alguns aborrecimentos inesperados  que tive.

O tempo gasto na redação das histórias  foram de grande proveito para mim: revivi fatos que estavam esquecidos  e  lembrei-me  de estimados amigos – muitos, infelizmente,  já se foram!

 

Danilo Orrico dos Santos

Anápolis-GO, 01.03.2016

Danilo Orrico dos Santos

e foi assim
Histórias de Ilhéus

Há muitas décadas, quando residi em Ilhéus, no bairro do Pontal, tomei conhecimento de um estranho drama familiar meio tragicômico. O Seu Valinhos, de 40 anos, funcionário público, era casado com D.Amélia, de 35,  dona de casa  prendada. 

CANAVIEIRAS

BAHIA.

 

Em Canavieiras, nos idos de 62, os bancários solteiros faziam as refeições na Pensão de D.Irene. As instalações eram simples, mas, além dessa, só havia outra, não muito diferente. Não existiam restaurantes,  nem quiosques de cachorro-quente.

Estejamos preparados, aguardando o que é tão natural, e tendo sempre na mente as palavras de Salomão: “Lembra-te também do teu Criador  nos dias de tua mocidade, antes que venham os maus dias em que dirás; não tenho prazer neles”

Como todos os homens comparecerão diante de Deus,  bom será que cada um de nós venha apresentar-se como filho  e, desde já, tenha um viver ajustado aos princípios da Palavra!

 

Danilo Orrico

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​© 2018 

daniloorrico.com

 

Vinde a min vós que estais cansados
e oprimidos e eu vos aliviarei.
Mateus 11:28

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